Passava de 27 minutos do segundo tempo quando o técnico Adílson Batista resolveu atender aos pedidos da torcida do Cruzeiro. E deu certo. O treinador sacou Gilberto para colocar outro meia. Mas não um meia qualquer. Roger, o estreante da tarde de sábado, entrou para mudar a história do clássico contra o Atlético-MG. Humilde, o jogador disse, na saída de campo, que estará sempre à disposição de Adílson e da comissão técnica quando for necessário.
- Se o Adílson quiser, estarei aí. Eles (comissão) sabem da minha condição, e estou aqui para ser utilizado, não importa se é desde o início do jogo ou se é para entrar depois.
- Se o Adílson quiser, estarei aí. Eles (comissão) sabem da minha condição, e estou aqui para ser utilizado, não importa se é desde o início do jogo ou se é para entrar depois.
Autor de um cruzamento perfeito na cobrança de escanteio, que foi na cabeça do zagueiro-artilheiro Leonardo Silva e do terceiro gol da Raposa, Roger mostrou ter ficado contente com a primeira atuação com a camisa celeste.
- É mais do que a gente espera. Entrar e dar um passe para o gol de desempate e ainda fazer o terceiro é muito bom, ainda mais em uma estreia em um clássico de casa cheia. O Atlético também jogou muito bem, o que valoriza ainda mais a nossa vitória – comemorou.
- É mais do que a gente espera. Entrar e dar um passe para o gol de desempate e ainda fazer o terceiro é muito bom, ainda mais em uma estreia em um clássico de casa cheia. O Atlético também jogou muito bem, o que valoriza ainda mais a nossa vitória – comemorou.
Com a vitória por 3 a 1, o Cruzeiro chegou a 12 pontos, ficando na vice-liderança do Campeonato Mineiro. O Galo é apenas o sexto colocado, com seis pontos.

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