No dia 30 de janeiro, o centroavante Léo Andrade se contundia no clássico que o Fortaleza perdeu para o Ceará. Além da derrota, o técnico Flávio Araújo lamentou perder o artilheiro do time, por causa de uma lesão na coxa. Ao ser examinado, Léo Andrade ouviu um diagnóstico ainda preliminar sobre o caso.
Ele estava com um estiramento muscular na ordem de 2.4 centímetros no músculo adutor da coxa esquerda. Via de regra, estima-se que cada centímetro de estiramento corresponda a 15 dias de ausência para o atleta. Os médicos concluíram que a recuperação do atacante seria em torno de 24 a 30 dias, abrangendo toda a fase classificatória do primeiro turno do Campeonato Cearense deste ano. Um prejuízo certo para o time, visto que o atleta já estava bem entrosado e seu futebol começava a ter destaque na competição.
Tarde de quinta-feira no Pici, dia 10 de fevereiro. Quem foi ao Estádio Alcides Santos, ficou surpreso ao ver Léo Andrade correndo em volta do campo. "Até eu mesmo me surpreendi", confessou o traumatologista e ortopedista Glay Maranhão. Afinal, Léo retornou com apenas 10 dias após iniciar o tratamento. Foi feito um exame de imagem e não havia mais a lesão anteriormente mostrada. Glay Maranhão e outros profissionais do clube, como Sângelo Abreu e Henrique Bastos, costumam viajar para participar de congressos e ver o que há de novo na medicina esportiva. Numa dessas viagens, os médicos entraram em contato com uma tecnologia inovadora para recuperar lesões nos atletas. E é essa técnica nova que está ajudando a recuperar em tempo recorde o centroavante Léo Andrade, que, pelos métodos tradicionais de tratamento, estaria praticamente fora do primeiro turno do Campeonato Estadual.
Hoje, os médicos do Tricolor irão reunir a imprensa para explicar em detalhes como foi todo o processo de cicatrização de uma lesão preocupante para cada atleta acometido do problema de estiramento muscular.
Ele estava com um estiramento muscular na ordem de 2.4 centímetros no músculo adutor da coxa esquerda. Via de regra, estima-se que cada centímetro de estiramento corresponda a 15 dias de ausência para o atleta. Os médicos concluíram que a recuperação do atacante seria em torno de 24 a 30 dias, abrangendo toda a fase classificatória do primeiro turno do Campeonato Cearense deste ano. Um prejuízo certo para o time, visto que o atleta já estava bem entrosado e seu futebol começava a ter destaque na competição.
Tarde de quinta-feira no Pici, dia 10 de fevereiro. Quem foi ao Estádio Alcides Santos, ficou surpreso ao ver Léo Andrade correndo em volta do campo. "Até eu mesmo me surpreendi", confessou o traumatologista e ortopedista Glay Maranhão. Afinal, Léo retornou com apenas 10 dias após iniciar o tratamento. Foi feito um exame de imagem e não havia mais a lesão anteriormente mostrada. Glay Maranhão e outros profissionais do clube, como Sângelo Abreu e Henrique Bastos, costumam viajar para participar de congressos e ver o que há de novo na medicina esportiva. Numa dessas viagens, os médicos entraram em contato com uma tecnologia inovadora para recuperar lesões nos atletas. E é essa técnica nova que está ajudando a recuperar em tempo recorde o centroavante Léo Andrade, que, pelos métodos tradicionais de tratamento, estaria praticamente fora do primeiro turno do Campeonato Estadual.
Hoje, os médicos do Tricolor irão reunir a imprensa para explicar em detalhes como foi todo o processo de cicatrização de uma lesão preocupante para cada atleta acometido do problema de estiramento muscular.

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