A briga entre Bruno e Petkovic desvendou de vez a grave crise de comando que assola o Rubro-Negro. Divididos, hoje, a convivência dos jogadores depende do equilíbrio entre os três grupos que integram o elenco. Com a exceção de Petkovic, os outros 34 jogadores convivem em harmonia, sem maiores problemas.
Mesmo que camuflados, existem três grupos no elenco. O principal deles é formado por Bruno, Léo Moura, Álvaro e os atacantes Vagner Love e Adriano. Considerados os "chefes" do elenco, os cinco têm o poder de escolher os horários de treinos, o início da concentração, entre outras decisões importantes para o elenco. Alguns deles foram os principais responsáveis pela efetivação do técnico Andrade após a demissão de Cuca, no ano passado.
Os "chefes" contam com o apoio de outros jogadores do elenco. Toró, Denis Marques, Fabrício, Everton Silva e David são alguns deles. Além de conviverem bem, eles costumam sair juntos nos dias de folga concedidos pela comissão técnica.
Outro grupo é formado pelos "indiferentes": atletas sem histórico de confusão ou polêmica. Maldonado, Angelim, Juan, Willians, Kleberson e Vinícius Pacheco são uns dos integrantes. Esse grupo tem a característica de acatar as decisões sem criar problema para a comissão técnica e companheiros. Apesar de não comandarem, têm bom relacionamento com os "chefes".

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