Rio de Janeiro e São Caetano vão para o tudo ou nada na Superliga Feminina 09/10. Neste sábado, a partir das 21h30m, no ginásio do Tijuca Tênis Clube, as equipes protagonizam o terceiro e decisivo duelo da série semifinal. O vencedor vai ter como concorrente ao título, no dia 18 de abril, o Osasco - se classificou ao ganhar duas partidas seguidas contra o Pinheiros.
No jogo de abertura da série, em São Caetano do Sul, a equipe da casa deu um show - com destaque para o trio olímpico Fofão, Mari e Sheilla - e surpreendeu ao aplicar 3 sets a 0. O encontro seguinte demorou a acontecer. A chuva, que não deixa a cidade do Rio de Janeiro, alagou o ginásio do Macanãzinho, deixou o time carioca ilhado e forçou o adiamento da partida. Após um dia de incerteza e muita ansiedade, a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) remarcou o duelo, vencido pelo Rio diante de um rival irreconhecível em quadra.
O São Caetano chegou a ter cinco pontos de vantagem no primeiro set (22/17), mas não segurou o placar e levou a virada. Após a derrota, o time paulista demonstrou-se abalado. Diante disso, o técnico Mauro Grasso aproveitou as últimas horas para trabalhar o lado psicológico de suas jogadoras e decidiu se reunir mais de uma vez com todo grupo.
- Bateu uma aflição na equipe em fechar o primeiro set, e acabamos perdendo. Analisando o jogo, vi que o passe caiu. Mas não foi só isso. O saque, o bloqueio, nada funcionou mais. O problema está na cabeça. Fiz uma reunião à noite, após o jogo, e outra na manhã de sexta Estou tentando aproveitar o pouco tempo que temos de preparação para trabalhar esse problema comportamental - explicou o treinador do São Caetano, que busca chegar à sua segunda final na história da Superliga e conquistar seu primeiro título.

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